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terça-feira, 24 de abril de 2012

Um Suspiro em meio ao Silencio

tão singelo e quente ar..um pequeno "huff" ,um ruido impar a imensidão
de silencio luz e contemplação.
que naturalmente me sai em momentos bons e ruins que me vem,quase como um sinal que ecoa dentro de mim de que afinal as vezes preciso aceitar que
algumas coisas não são fáceis de mudar..tão pouco de aceitar
assim suspiro como se quisesse expelir de dentro de mim essa sensação esse
Tolo sentimento que não tem razão de questionar..tudo. de querer mudar o Mundo embalado por uma canção velha que sinto ser sussurrada dia a pós dia no Meu coração  "que Amor é uma atitude...Que amar é um movimento .." que perdoar é uma ação.." que versos bobos desses devem ser escritos por alguma razão mesmo que nublada, há em si mesma uma razão.há razão de que mesmo esse suspiro de contemplação possa uma hora crescer e amadurecer até virar uma ideia ..ideia que talvez cresça e se torne palavras ...palavras que tenham uma direção e quem sabe ela seja boa o suficiente pra se multiplicar ..dividir e somar ,transformar ruido em som..som esse que poderia ecoar e alcançar
 Ouvidos ..que compreenderiam que há beleza mesmo em um suspiro tal qual deu origem há essas poucas palavras de reflexão..e que suspiros também transmitem emoção.que são por muitas vezes ignorados como a letra em uma boa canção que perdura longas vidas até encontrar ..uma direção que alcança todos esses passos que transformam mesmo o mais singelo ato de suspirar em meio ao silencio em algo cheio de calor,arrepio e emoção .

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Mundo Virtual (6) Criador da Wikipédia prevê que internet acabará com Hollywood

Reportagem da EFE publicada no iG
Jimmy Wales acredita que a indústria cinematográfica irá acabar, assim como a Enciclopédia Britânica
O fundador da Wikipédia, Jimmy Wales, afirmou nesta segunda-feira que a internet deverá acabar com a indústria cinematográfica de Hollywood em poucos anos, assim como seu site acabou com a Enciclopédia Britânica.
“Ninguém se dará conta quando Hollywood morrer. E mais, ninguém vai se importar”, disse Wales em seu discurso no Global INET 2012, um fórum que analisará o presente e o futuro da rede nos próximos dois dias.
O criador da maior enciclopédia generalista da internet argumentou que a próxima grande revolução na rede será envolta da imagem, uma mudança que, segundo Wales, será tão ampla que será capaz de acabar com a maior indústria mundial do cinema.
Wales indicou que a familiaridade e habilidade dos mais jovens em produzir e trocar imagens na rede estão abrindo espaço para “uma grande comunidade que colabora e produz filmes”.
Da mesma forma que ocorreu com a Wikipédia, este “não é um processo relacionado com uma inovação técnica, mas com uma inovação social”, assinalou Wales, que usou a própria filha, de 11 anos, para exemplificar essa previsão. “Ela maneja com total desenvoltura uma câmara de alta definição, que usa captar, editar e produzir seus próprios filmes na internet.
“Atualmente, o vídeo na rede está na mesma situação que estava em 1999. O YouTube é divertido, mas também é uma contribuição individual”, avaliou este visionário da rede. De acordo com Wales, será a geração de sua filha que vai liderar esta grande mudança na maneira de produzir e compartilhar entretenimento no mundo.
“Quando essa geração completar 22 anos realizará filmes com mais qualidade que os de Hollywood. Esses mesmos filmes serão mais populares e destruirão o modelo de negócio vigente. Ocorrerá o mesmo que ocorreu com a Wikipédia, que fez com que a Enciclopédia Britânica não fosse mais impressa 11 anos após sua criação”, declarou.
Segundo o criador da Wikipédia, a indústria de Hollywood tem motivos suficientes para estar preocupado com a pirataria, mas, acima de tudo, deveria levar em conta que “há uma grande possibilidade que todo seu modelo de produção esteja completamente ultrapassado dentro de muito pouco tempo”.
Wales, que admitiu ter feito muitas previsões erradas nos últimos anos, ressaltou que essas mudanças sociais e culturais se desenvolvem de maneira muito rápida e são consequências da presença da internet no mundo, onde 2 bilhões de pessoas já estão conectadas à rede. O criador da Wikipédia também exaltou a democratização de seu uso, sendo África o grande exemplo dessa transformação.
Em 2000, só 0,1% dos nigerianos estavam conectados a internet, enquanto hoje essa margem é de 29% e ainda está em plena expansão tecnológica (smartphones no valor de US$ 80) e de infraestrutura (banda larga de até 12 terabits).
Ainda com foco na África, Wales rebateu a ideia de que no terceiro mundo a utilidade da internet tenha a ver unicamente “com a consulta das colheitas e a aplicação de vacinas”, assegurando que os africanos fazem o mesmo que os cidadãos do Primeiro Mundo: se relacionam com o resto do mundo através de redes como Facebook ou Twitter.
Este processo também está supondo um enriquecimento da diversidade cultural e lingüística, como assegurou o fundador da Wikipédia: “a era na qual podíamos afirmar que todo o mundo fala inglês já não existe”.

É Preciso Saber Morrer !


                                                      
O ser humano, mais do que em outras épocas tem uma concepção e age como se não fosse morrer. Busca realização profissional, pessoal, status e não se preocupa tanto com verdadeira sabedoria, parafraseando o filósofo Sócrates,
uma vida não examinada não é digna de ser vivida !.          

          O texto de Sêneca, poeta e filósofo estoico latino, nos traz à luz a reflexão sobre o valor do tempo na vida, se esta será breve ou longa. E nos faz pensar a respeito do que realmente compõe a brevidade e a longevidade da nossa existência. Sêneca diz nos primeiros versos: “O fato é o seguinte: não recebemos uma vida breve, mas a fazemos, nem somos dela carentes, mas sim Esbanjadores.” (1:4)
            O que torna nossa a vida breve é como a conduzimos, e ainda alerta:
“Vivestes como se fosseis viver para sempre, nunca vos ocorreu que sois frágeis, não notais quanto tempo já passou; vós o perdeis, como se ele fosse farto e abundante, ao passo que aquele mesmo dia que é dado ao serviço de outro homem ou outra coisa seja o último.” (3:4)
O filósofo observa que há muitos que desejam levar uma vida de meditação e ócio quando estiverem livres de suas obrigações, aos cinquenta ou sessenta anos, porém estes, não podem garantir que terão uma vida longa, não podem seguramente saber por quanto tempo ainda viverão, pois estão reservando apenas “as sobras da vida” o que deveriam ter realizado na juventude, e que “quão tarde começas a viver, quando já é hora de deixar de fazê-lo.” (3:5)
Mas o que torna uma vida breve? De acordo com Sêneca:

7:1 - "Conto entre os piores os que nunca estão disponíveis para nada, senão para o vinho e os prazeres sensuais, pois não há ocupação mais vergonhosa. Outros, embora se prendam à imagem vazia da glória, contudo erram honradamente; podes me enumerar os avarentos, os turbulentos, ou os que se entregam a ódios e guerras injustas: todos estes pecam de uma maneira mais viril. Mas os que se entregam à gula e aos prazeres sensuais ostentam uma degradação desonrosa. Examina todo o tempo deles: verifica quanto gastam em cálculos avaros, quanto em preparar emboscadas, quanto temendo-as, quanto bajulando, quanto sendo bajulados; e quanto tempo ocupam em compromissos judiciários, seus ou alheios, ou com banquetes - que já se tornaram mesmo uma obrigação: verás que nem seus bens, nem seus males, os deixam respirar."

Este tempo perdido, não será restituído, a vida fluirá silenciosamente e não será prolongada e para aquele que é ocupado passará rapidamente. (8:5). Para Sêneca o tempo é um bem precioso.
A melhor maneira de aproveitar a vida é não ter grandes preocupações, não desperdiçar, negligenciar ou esbanjar, assim a vida será suficiente, mesmo que curta, “portanto, quando lhe vier o último dia, o sábio não hesitará em caminhar para a morte com passo firme.” (11:2 )
A prática das virtudes, a luta contra as paixões, o amor e principalmente o saber viver, mas também morrer é que leva a uma vida de tranquilidade, esta é a sabedoria do bem viver, “eles são os únicos a viver, pois, não apenas administram bem sua vida, mas acrescentam-lhe toda a eternidade.” (14:1)
Para Sêneca, viver o instante, o momento, pois o futuro é duvidoso, dele nada se pode saber. O agora é o que importa, porém é este instante que apontará o curso, deve ser conduzido pelas ações sábias, amorosas e virtuosas que  desvelarão o que realmente importa para viver mesmo que brevemente,  mas que seja viver intensamente.
Concluímos com as profundas palavras deste filósofo e poeta que “deve-se aprender a viver por toda a vida, e, Por mais que isso talvez te espante, a vida  toda é um aprender a morrer.” (7:4) por fim temos que Nossa pós-modernidade é marcada por uma ênfase ao individualismo, cultuando o corpo, buscando a saúde perfeita e valores que indicam somente a busca da felicidade a qualquer preço como única Maneira racional de Vida. Isto nada mais é que uma maneira de assegurar a eternidade ou enganar-se na negação de tal realidade! ..então aos poucos que leram isso até o fim.. apenas peço que pensem,analisem ...em oque escolhemos viver...

Texto Original:http://filosofiaemusopublico.blogspot.com/2011/05/e-book-seneca-sobre-brevidade-da-vida.html

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Som de Sexta (5)



 

Búenos Dias... Raras Caras há quem Dedico essa musiqueta... que pra mim tem sido como uma pequena viagem as ludicidades do DIA a Dia..


Sem mais Delongas Com VOçêessssss Simonami..






Eu li no jornal que solidão Faz.. mal.. Solidão Faz maaaal.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O que as igrejas podem aprender com os bares?



Por: Jon Foreman
Eu tenho tocado música nas igrejas e bares a vida toda. Em muitos aspectos, há muita semelhança nesses dois lugares.

Ambos os grupos dos “ajustados” estão à procura de sentido, realizando uma espécie de ritual, na esperança de encontrar um propósito, algo que extraia da dor algum sentido.

À primeira vista, a Igreja parece um lugar melhor para se procurar esperança do que o fundo de uma garrafa. Todos os dias, alcoolismo e vício de drogas destroem famílias, arruínam carreiras e naufragam comunidades. Por outro lado, as crenças teológicas e mal-entendidos foram responsáveis por divisões, divórcios e guerras ao redor do mundo. O problema com cada instituição está dentro de nós. É verdade, o álcool alimenta um fogo diferente do sentimento de piedade, mas nem bêbados  nem hipócritas parecem muito bons à luz do dia.

Nós levamos nossos problemas para a igreja da mesma maneira que os carregamos para dentro de um bar – eles só reagem de forma diferente em cada lugar. Infelizmente, os pecados que existem dentro das paredes da Igreja são mais difíceis de detectar.

O orgulho, por exemplo, pode ser, incrivelmente bem escondido na comunidade religiosa. Eu raramente ouço as palavras “Eu não sei”, proferida na igreja. E, ainda assim, o trino Criador do tempo e do espaço será sempre envolto em mistério e santidade. Por que não começar no banco de humildade? Certamente todos nós temos conseguido algumas coisas erradas em nossas tentativas de cristianismo.

Não é o orgulho que causa divisões entre nós? Quando começamos a caluniar outros cristãos em nome de Deus, sabemos que estamos perdendo a noção. Será que as palavras de nosso Mestre está caindo em ouvidos surdos? “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.” “Que eles sejam um, Pai, assim como nós somos um.” Esses pensamentos não são opcionais sobre como as coisas poderiam ser, mas sim pré-requisitos para uma vida que vai entrar no Reino dos Céus. A unidade é coisa séria. A Igreja é chamada a ser uma, como o Deus trino é um só. A salvação completa do nosso planeta é construída sobre a unidade final da Igreja e seu Deus: a noiva e seu Salvador.

Infelizmente, a unidade no seio da comunidade eclesial é a exceção, não a regra. É uma vergonha para nós que muitas dessas pessoas desesperadas estejam encontrando mais graça no bar local do que na igreja local. Quando falamos com raiva e fogo  que queima de forma diferente do ar fresco da cruz, fazemos um desserviço ao Evangelho. Nós sabemos que no fundo algo está errado. Então nos revoltamos contra os que fazem discursos inflamados. Nós dizemos que o método precisa mudar. Nós chamamos o modelo antigo irrelevante. E sim! O vento fresco do Espírito está pronto para explodir em cima de nós, vamos orar por novas línguas na mesma chama eterna.

E ainda que eu falasse as línguas dos anjos e dos homens, se não tivesse amor, de nada isso valeria. Se eu me levantar contra o clichê das camisetas cristãs e não tiver amor, isso não ajuda ninguém. Se eu odeio o ódio legalista, mas não tenho amor, nada se constrói. O inimigo nos enganou em uma nova forma de legalismo? Nosso julgamento não é tão errado quanto? Ah, nós podemos ter encontrado um caminho, mas isso não é amor.

Andando sob a fronteira entre bares e Igreja, eu fui mal interpretado por ambos os lados. Tenho certeza que você sentiu a mesma coisa: as pessoas jogam pedras em coisas que não entendem. Mas a pedra dói mais ainda quando ela vem de irmãos bem-intencionados, pessoas que, supostamente estão cheios do amor de Cristo. Nossa reação instintiva é de revidar, se defender. E o ciclo começa novamente. Olho por olho, dente por dente. Deus vai cuidar do cisco no olho do meu vizinho. Quanto mais eu tenho fé em Deus e sua voz forte, menos eu tenho que gritar. Quanto mais eu tenho fé nele, mais livre minhas mãos se tornam para servir os que me rodeiam.

Lavar os pés não é um crédito extra. Somos chamados a suportar as cargas uns dos outros. A unidade é uma conquista milagrosa, mas está pendendo para este lado da sepultura. A unidade é o trabalho transformador do poder da cruz em nossas vidas. Nossas diferenças são mínimas. Olhe de um jeito diferente para cruz. Veja o quanto Ele o ama. Veja Sua entrega, Seu sacrifício. A unidade entra em foco somente quando percebemos a magnífica graça do Salvador.

Vamos reconhecer nossa necessidade, nosso belo desespero. Sim, a nossa irresponsabilidade, dor, miséria, é um pré-requisito para o bálsamo da salvação. Nós, o povo, os fracassados, os perdedores, os de fora, nós encontramos o nosso rei. Cristo, o Rei dos tolos, o Senhor dos doentes, das almas perdidas como nós. Vamos permanecer em contínuo temor ao amor que temos demonstrado. E vamos amar! Vamos celebrar o amor imprudente de quem arriscou tudo o que podia, para que pudéssemos ser amados. E vamos seguir o caminho de um Deus que nos ama. Os cobradores de impostos e rabinos. As prostitutas e os Saduceus. Nos bares e nas igrejas. Sim, Deus ama até mesmo os cristãos.

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